O Cliente Nunca Está Certo!

É isso mesmo, o cliente nunca está certo. Quer fazer um teste?
 
Pois, responda: quem conhece melhor os seus produtos ou serviços? Quem conhece melhor os processos internos da sua empresa? Quem conhece melhor a estrutura de custos da sua empresa, para saber o que dá ou não dá para fazer de desconto? Você ou o cliente?
 
O problema é que vivemos em um mundo conectado na velocidade da luz. Há uma sobrecarga de informações por todos os lados. Em um cenário assim, duas coisas acontecem com nossos clientes:
 
1. Eles ficam completamente confusos com tantas opções e alternativas.
2. Ou tornam-se “experts” nos “nossos” assuntos e começam a solicitar coisas que não são nem economicamente, nem operacionalmente viáveis para nossas empresas.
 
Quem já trabalhou na linha de frente, face a face com o cliente, sabe que não há nada mais irritante do que o velho chavão “O cliente sempre está certo”. Pois sabemos que isso, muitas vezes, não é verdade.
 
Se você não concorda comigo, tudo bem! Porque talvez você já tenha passado pela terrível experiência em que você era o cliente… e o funcionário que o atendia ficava tentando “provar” que a culpa era sua… ou que não era culpa dele. E sei que isso, provavelmente, deve ter irritado você profundamente… e com razão. Eu entendo! E minha intenção não é converter você para o novo chavão “O cliente nunca está certo”. A questão principal não é essa.
 
A questão é que muitas empresas já perderam muitos clientes e muito dinheiro tentando provar quem estava certo e quem estava errado. O fato é que “O CLIENTE SEMPRE ESTÁ CERTO” ou “O CLIENTE NUNCA ESTÁ CERTO” não significam absolutamente NADA em uma Gestão de Excelência.
 
O que importa é determinar se sua empresa QUER e PODE atender o cliente, quando ele precisar de produtos, serviços, orientações, suporte, ajuda, esclarecimentos ou registrar uma reclamação. A sua estratégia deve considerar esses dois verbos: querer e poder.
 
Se o cliente fez contato com sua empresa, ele está dizendo que “precisa de ajuda”, que “tem uma necessidade para ser atendida” ou “um problema para resolver”. Ele também está dizendo que “acredita que alguém da sua equipe pode ajudar”. 
 
Então, a questão central é se sua equipe está preparada para ajudar, mesmo que isso envolva orientar, instruir e “educar” o cliente, com toda a elegância e habilidade possível, para que esse cliente seja convertido em um fã da sua organização, obtendo o máximo benefício/resultado dos produtos e serviços que adquire da sua empresa.

Exemplos práticos para Reduzir Atritos de Comunicação, Evitar Conflitos e Ter mais Sucesso em Negociações, dentro e fora do trabalho.

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O que considerar na hora de contratar um palestrante para o evento da sua empresa?

FAMA, CELEBRIDADE OU RESULTADOS RELEVANTES?

Em qual dessas coisas você está focando na hora de contratar um palestrante para o seu evento empresarial?

Talvez esse artigo provoque desconforto em muita gente, revolta em alguns e seja até mal interpretado por uma boa parte. Mas, quem puder dedicar alguns minutos para ler até o final, irá compreender o que quero dizer e a importância dessa reflexão para o futuro de nossas empresas e de nossos colaboradores.

Quando você pensa em contratar um palestrante para seu evento, o que você considera mais importante? Que o palestrante seja famoso ou que tenha a capacidade de gerar resultados PARA A SUA EMPRESA?

O que é, de fato, mais importante? O que vai trazer mais retorno sobre esse investimento? O fato de o palestrante ter aparecido na televisão ou os fatos reais sobre os resultados que o trabalho dele proporciona para as empresas que ele atende?

E se você é de uma agência de marketing e eventos empresariais, também deveria pensar nisso: – O que vai trazer mais resultados concretos para o meu cliente (aquele que está pagando pelo evento)? – É a fama do palestrante ou os resultados efetivos que ele pode gerar?

Todo evento profissional e empresarial deveria ser um MARCO DE TRANSFORMAÇÃO e não apenas um MOMENTO DE DISTRAÇÃO ou interessante euforia. Deveria ser uma alavanca para mais resultados, tornando as pessoas mais competentes e confiantes em sua capacidade para aumentar o próprio desempenho no seu trabalho atual, dentro da empresa para a qual estão trabalhando. Realizarão muito sonhos através desse caminho, pois estarão contribuindo com os lucros da empresa, que então terá mais condições para valorizar seus profissionais e recompensá-los com carreiras mais excitantes e satisfatórias.

Além disso, a maioria absoluta das pessoas que hoje trabalham em empresas continuará evoluindo dentro de empresas, como funcionários nas empresas de outros ou como empreendedores, nas empresas delas mesmas. Seria ideal que aprendessem a encontrar motivação e a ter resultados na sua profissão e no ambiente empresarial, através de palestrantes com experiência comprovada nessa jornada de crescimento, dentro do mundo corporativo, que é feito de funcionários, de empreendedores e de empresas.

Tem muitas histórias legais e interessantes de atletas, alpinistas, velejadores, filósofos, celebridades e outros famosos. E cada uma delas pode ter o seu espaço, mas é muito importante considerarmos qual a mensagem final que estamos passando para um grupo de colaboradores de uma empresa: Que para ser feliz precisamos largar nosso emprego e viajar pelo mundo? Que isso sim é que é vida? Que essas celebridades são o máximo e eles – meros mortais funcionários – devem se contentar em sonhar com uma vida que não tem nada a ver com a deles? Que eles devem largar tudo e perseguir sonhos de infância ou adolescência? Que os únicos caminhos para a grandiosidade estão fora da carreira corporativa? Isso, por acaso, é verdade?

Será que isso é justo com a empresa? Afinal, é a empresa que está pagando pelo evento.

Será que agrega real valor para a empresa, que seus colaboradores se sintam mal em relação ao próprio trabalho e fiquem idolatrando ícones sociais fora da sua atual esfera de atuação? Afinal, eles, colaboradores, não são atletas olímpicos, nem celebridades, nem alpinistas ou velejadores. Esses colaboradores são pessoas que trabalham em empresas. E essas empresas esperam retorno sobre o investimento nesses eventos todos que realizam todos os anos. Essas empresas merecem o devido respeito e consideração. Ou melhor, essas PESSOAS – chamadas de colaboradores – merecem o devido respeito e consideração. Merecem saber que trabalhar em uma empresa ou ter um emprego em uma corporação é tão nobre, tão especial e tão importante quanto ser um filósofo, um apresentador, um velejador, alpinista, jogador de basquete ou de vôlei. Ser um colaborador, excelente no que faz, é tão importante quanto ser uma celebridade.

A sociedade necessita de organizações empresariais para funcionar. Os países mais ricos e prósperos do mundo levam isso muito a sério, incentivando e apoiando a formação e crescimento das empresas. Sem empresas, nem haveria patrocínio aos esportes ou às artes.

Por favor, compreendam o que estou dizendo corretamente. Sou a favor dos esportes e das artes. São caminhos maravilhosos de expressão humana, alimento ao espírito e inclusão social. E é claro que muito podemos aprender com esses exemplos. Eu mesmo sou esportista e artista. Sou praticante de artes marciais há 40 anos, sou compositor, cantor, toco bateria, violão e piano. Tenho até uma banda e tenho profundo respeito por todos os artistas e atletas desse nosso planeta, pois trabalham duro para realizar seus sonhos e alcançar grandes feitos.

Eu apenas não acredito que as pessoas que trabalham em empresas sejam menos importantes. Para mim, são igualmente importantes, são igualmente artistas e atletas no dia a dia da vida, fazendo a sua devida e honrosa parcela de esforço para alcançarem a Excelência em suas carreiras, em um ambiente altamente desafiador.

Meu nome é Fábio Marques. Comecei lá de baixo, fiz carreira de muito sucesso como funcionário dentro de empresas e sou palestrante e consultor internacional há mais de 20 anos, justamente nas áreas de Excelência Pessoal, Profissional e Empresarial. E meu principal compromisso é agregar real valor aos meus clientes, em grandes ou pequenos eventos, para milhares ou para pequenos grupos. Considero que meu trabalho tem valor real na medida em que realmente ajuda as pessoas a encontrarem caminhos mais eficazes e eficientes para atingirem os resultados que necessitam mais rapidamente, transformando-se em pessoas mais competentes, criativas e felizes. E isso pode acontecer em qualquer área de atuação, inclusive dentro das empresas.

Fica aqui uma reflexão importante, para ser reforçada com muita intensidade:

Ao final de um evento empresarial, será que queremos que os colaboradores da empresa digam apenas que foi um “evento muito legal”, que “eles levaram um cara famoso pra falar”?

Provavelmente, seria muito mais proveitoso que os participantes saíssem do evento dizendo:

“- Foi um evento extraordinário, que apresentou muitas ideias e conceitos práticos, totalmente aplicáveis na minha vida pessoal e profissional imediatamente. Saio daqui muito mais feliz e confiante na minha capacidade de crescer na minha carreira e de atender bem aos meus clientes.”

Seria muito mais proveitoso, portanto, que os palestrantes de um evento fossem escolhidos pela sua capacidade de realmente gerar uma transformação positiva e gerar resultados concretos, ao conectarem com a realidade dos participantes e da empresa, aumentando a motivação e a capacidade das pessoas em alcançarem a Excelência no que fazem hoje e no que farão no futuro.

Vamos valorizar os filósofos, os artistas, os atletas, os velejadores e os empreendedores geniais. Os ricos e famosos, as celebridades e tudo mais.

Mas vamos valorizar também o homem e a mulher que chamam de “comum”, pois são seres humanos extraordinários também. Vamos valorizar aqueles que fazem carreira dentro das empresas. Pois todas as profissões são dignas e importantes, todo o trabalho honesto é motivo de orgulho e honra, inclusive aqueles feitos por bilhões de pessoas em todo o mundo, dentro das empresas, todos os dias. Vamos valorizar nossos funcionários, nossos colaboradores, nossos fornecedores, assistentes e sócios. Vamos valorizar todos os trabalhadores, do zelador ao CEO, pois todos são importantes para a sociedade.

E que a escolha de um consultor ou um palestrante para um evento empresarial leve tudo isso em consideração, para que seja um excelente investimento e não apenas mais uma linha de despesa.

Aproveito para lhe desejar Saúde e Sucesso, Sempre…

Fábio Marques
http://www.fabiomarques.com
http://www.iesdobrasil.com

 

Excelência em Serviços com Foco no Cliente: o diferencial!

Vídeo

Você pode fazer muito mais sucesso com as competências da Excelência em Serviços aplicadas ao seu dia a dia. Mantendo o Foco no Cliente, você descobrirá o Foco DO Cliente e saberá direcionar seus esforços para o que realmente importa, ou seja, para o que o Cliente irá valorizar mais. Portanto, você também terá seu trabalho reconhecido e será mais valorizado!

Quer ver mais? Você pode adquirir o Treinamento Completo. Saiba como em http://www.fabiomarques.com

Vendas com Foco no Cliente – em Fortaleza

Estou conduzindo o treinamento de VENDAS COM FOCO NO CLIENTE nesta semana, em Fortaleza, para uma turma fechada (in-company) de uma grande empresa multinacional.

Este treinamento tem sido uma arma secreta da empresa desde 2009, garantindo mais de 1900% (mil e novecentos por cento) de Retorno sobre o Investimento para a empresa.

Se mais pessoas investissem em desenvolver habilidades de VENDAS COM FOCO NO CLIENTE, o processo de vendas seria uma verdadeira prestação de serviços, agregando REAL VALOR aos clientes, aos profissionais e às empresas, com mais crescimento e rentabilidade para todos, como tem sido para essa empresa, seus profissionais, seus parceiros e clientes.

Saúde e Sucesso, Sempre!

Fábio Marques

Empresa busca o Sucesso com Excelência em Serviços

A empresa Jones Lang LaSalle é uma das mais bem sucedidas empresas de serviços do mundo. Mesmo em tempos de crise mantém-se firme em sua estratégia de investir na Evolução Profissional de seus colaboradores como fator de diferenciação no mercado. E é por isso que continua a prosperar e a elevar o nível de qualidade dos serviços que oferece a cada um de seus clientes todos os dias.

Entre as provas concretas desta postura empresarial de sucesso é um projeto especial que uma de suas principais unidades de negócios vem desenvolvendo. Está transformando seus gestores em Líderes Multiplicadores da Excelência em Serviços, consolidando a cultura de Foco no Cliente para melhorar o atendimento e a produtividade em suas operações.

Inteligentemente, não limitou o alcance do projeto apenas aos seus funcionários, mas está envolvendo também seus fornecedores e parceiros de negócios, pois a empresa sabe que todos fazem parte da construção de valor para os clientes.

A indiferença é o pior problema!

Todos os dias, milhões de clientes são lesados por serviços de péssima qualidade.

E o que são serviços de péssima qualidade?

Entregas são serviços. Então temos:

Entregas erradas, entregas atrasadas, entregas nunca feitas…

Vendas são serviços. Então temos:

Vendas mal feitas, “empurrando” produtos e serviços que não resolvem os problemas dos clientes ou que não atendem às necessidades reais dos clientes. E todos sabemos que quando o produto ou serviço não resolve os problemas reais ou não atende às necessidades reais dos clientes, pode-se dar aquele desconto super hiper mega especial… que continua saindo muito caro para o cliente. Hoje ninguém tem tempo de ficar “tomando ônibus errado”, independente do desconto na “passagem”.

O famoso SAC é um serviço. Então temos:

Pessoal mal contratado, mal treinado e mal tratado pelas empresas, que são incapazes de resolver os problemas dos clientes ou de fornecer informações precisas e muito menos de compreender a situação de cada cliente como um ser humano que deve ser respeitado e valorizado.

Sistemas automatizados de atendimento, impessoais, que submetem os clientes ao ritual degradante de ficar pressionando dezenas de botões na tentativa de conseguir falar com um outro ser humano do outro lado da linha… apenas para descobrir, decepcionado, que o tal ser humano com que conseguiu falar (depois de vários minutos apertando botões) está totalmente despreparado para ajudá-lo de verdade.

Mas, o pior de tudo isso, é ser tratado com indiferença e desconsideração. Ser enrolado, feito de bobo, ser tratado como um ninguém, que não tem valor.

Infelizmente é assim que muitos e muitos clientes são tratados todos os dias.

E como podemos reverter essa situação? Como podemos, como clientes, nos defender e inibir empresas e profissionais que têm a tendência ou o péssimo hábito de nos tratar com desrespeito e indiferença?

Vamos pensar sobre isso?